Acordei com a sensação de que não estava sozinha.
Não foi um barulho.
Nem um movimento.
Foi uma presença.
Abri os olhos devagar, ainda meio perdida entre o sono e a consciência, até que a imagem se formou… e meu corpo reagiu antes mesmo de eu pensar.
Meu pai.
Sentado na poltrona, ao lado da cama.
Imóvel.
Me olhando.
O susto veio seco, fazendo meu coração disparar enquanto eu me erguia um pouco no colchão, puxando o lençol instintivamente, como se aquilo criasse alguma distânci