Aldous e Sigmund seguiram ao quarto. Ao entrar, o mestre encarregou-se de ativar todos os muitos selamentos do aposento.
O menino olhou ao redor, apreensivo, mas o cumprimentou:
— Mestre.
— Sente, servirei vinho. Aproveite para quebrar o monge! — Aldous disse, indo servir vinho a ambos.
Antes que o pobre monge conseguisse indagar, o som da porcelana quebrando anunciou seu adormecer.
— Mestre. É bom conhecê-lo! — O menino sorriu.
— Sei o quanto é fortuito conhecer-me! — sorriu, entregando-o a ta