— Meia hora de estudo. Pegue o saung. — Fitz pediu, rindo da curiosidade do menino com o exercício das cordas. — Levarei a louça e trarei mais vinho para nós.
Sigmund correu para buscar o saung.
Observou que o ato de pegá-lo não ressoava em suas cordas, mas seguiu atento. Ao chegar, sentou à mesa tornando a aproximar a palma da mão, com o saung em seu colo, e a ressonância se fez presente.
Ele riu da curiosa reação.
Fitz voltou com vinho, as taças e algumas cordas.
— O saung fez o mesmo — riu,