Mundo ficciónIniciar sesiónLiah es terca, obstinada, independiente, arriesgada, y odia que le digan qué hacer. Dueña de una pequeña empresa de moda y publicidad, en un pueblo que aún vive en el siglo pasado. Nadie lo sabe, porque no es bien visto que la mujer se valga por sí misma, absurdo, pero así es, por lo tanto, le toca ser sumisa, callada, obediente y tranquila ante la sociedad. No se lleva nada bien con su hermana menor, Kira, quien ha decidido regresar de su largo viaje y poner sus ojos en el nieto del hombre más rico del pueblo que recién ha llegado al país y resulta ser el prometido de su hermana. Todo se complica cuando llega Leandro. Un hombre guapo, obstinado, arrogante, con una mirada que enamora y da miedo, se cree el dueño del mundo, y viene buscando un viejo amor sin saber qué es la prometida de su hermano. Lo que empieza como una desgracia, traiciones y toma de decisiones apresuradas, termina convirtiéndose en el mayor amor que podrías imaginar.
Leer másMônica
Ouço as vozes eufóricas e alegres das minhas amigas falando sobre suas experiências sexuais, numa cafeteria de luxo, no centro de Mississippi. Cada uma tem uma história para contar, uma mais louca que a outra, de suas experiências sexuais passadas, loucuras de adolescentes e loucuras atuais. Meu rosto queimou de vergonha por não saber metade de tudo que elas falam. Então tomei meu chá gelado e só sorrio e aceno, tentando não parecer deslocada. — Hoje eu fiz uma DP, estou viciada nisso, agora eu e meu marido não vivemos mais sem nossos brinquedinhos. – Uma delas fala sem vergonha alguma. “ O que é DP?” Penso comigo mesma. — Eu comprei um sugador de clitóris e agora estou viciada, porque meu namorado não sabe fazer oral direito. – Outra mulher comenta. “ Sugador de clitóris? Como isso funciona?” — No meu caso, eu gosto de anal, e não preciso desses brinquedos de borracha, só o pau do meu homem já basta hahaha! – Lana se gaba. — Eu sou mais tranquila, mas tenho um fraco por enforcamento! — Enforcada? – Pergunto chocada de como alguém pode gostar disso. — Sim, amiga! Eu gosto da sensação de ser dominada! Estamos treinando para tentarmos cordas e chicotes, estou bem animada com isso! — E você Mônica, nos conta do que você gosta! – Lana faz o que eu menos queria. — Eu… eu não sei o que dizer… eu… ah meninas, sabem que eu não me sinto à vontade para falar sobre isso, não sou tão aberta como vocês… — Mônica, comente um fato do que gosta, é bom trocarmos experiências! Qual foi sua maior loucura? Eu estou suando frio, envergonhada e só quero sair correndo daqui, mas preciso dar algo a elas. — Eu… eu gosto quando transamos de quatro! Elas me olham como se eu fosse um alienígena, e baixei meu olhar, sem conseguir encarar elas. — Vocês sabem que eu só tive ele! Ronald foi meu primeiro e único homem, me desculpem se eu não tenho mais nada interessante para compartilhar! — Desculpe amiga, não queríamos te deixar desconfortável. E não tem nada de errado em não fazer o que fazemos, o importante é você ser satisfeita com seu marido. Não é? — Sim, ele me satisfaz muito bem! “ Mentirosa!” A conversa continua, e sem me envolver, descubro mais coisas inusitadas que nunca imaginei ser possível. Então a tarde correu bem, nos despedimos e combinamos de 3 em 3 meses de nos encontrar todas juntas e colocar o papo em dia. Chego em casa, e como sempre encontro o silêncio absoluto. Olho a hora, e cronômetro meu tempo para fazer o jantar e esperar Ronald chegar do trabalho, então coloco a água para ferver e pego um salmão na geladeira, rapidamente preparo um purê de batata, coloco o salmão no forno e legumes no vapor. Corro para o quarto e me arrumo rapidamente, colocando um vestido branco de seda, uma sandália de salto e escovo meus cabelos ondulados castanhos. Faço uma maquiagem simples, realçando meu olhos azuis claros. Ele gosta de me ver arrumada para jantar com ele, para ficar em casa e principalmente para sair. Tenho 34 anos, mas todos dizem que pareço ser mais jovem, e sempre foi assim. Aos 18 anos eu ainda tinha dificuldade de provar que era maior de idade, por parecer mais nova do que realmente era. Termino de me arrumar e vou para a sala de jantar preparar a mesa e servir nossa comida. Robert sempre foi pontual e então me sento à mesa, me sirvo um vinho branco e espero. Passaram-se 40 minutos e ligo para ele, estou exausta pelo dia cheio que tive. Não que eu faça alguma coisa, mas Ronald não me deixa trabalhar porque prometeu cuidar e me proteger, mas sinto falta de poder fazer algo, me distrair e me sentir útil, então faço parte do programa de caridade, e organizo eventos beneficentes. Assim me sinto ocupada e que estou usando meu tempo para fazer o bem. O telefone chama até cair na caixa postal, então cubro os pratos com as cloches de inox e vou para o quarto. Talvez ele tenha ficado até mais tarde no trabalho. Tiro a minha maquiagem e visto uma camisola de seda vermelha que Ronald me deu, e me sento na cama com o celular na mão. Penso em todas as conversas que minhas amigas tiveram hoje, e a minha curiosidade vem à tona. Então faço uma pesquisa na internet e me deparo com tanta informação, que praticamente jogo o meu aparelho longe. Meu corpo esquenta e me sinto envergonhada e pecadora vendo tudo isso. Ronald e eu jamais chegaríamos nesse nível de ïntïmïdade. Eu já assisti filme pornô, não como as outras pessoas, nunca gostei desse tipo de conteúdo, porém hoje acabei vendo mais coisas do que vi em toda a minha vida. O último vídeo que vi foi de enforcamento, e… caramba, e fiquei extremamente molhada. Fecho as abas do G****e e vou para a cozinha tomar uma água gelada para apagar esse fogo estranho que acendeu dentro de mim. Com um copo enorme de água gelada eu senti que estava há dias com sede. Golada após golada, o líquido desce suavemente pela garganta dissipando tudo que eu vi agora pouco. — Está realmente com sede! Me assusto com a voz de Ronald entrando na cozinha e sem querer eu deixo o copo cair. — Ai que susto Ronald! — Porque está assustada? Fez algo de errado? – Ele debocha. — Engraçadinho! Claro que não. — Então não deveria se assustar comigo entrando na minha própria casa! — Esquece isso, vou esquentar o seu jantar. — Sim, depois vá se trocar e me acompanhe! — Estou sem fome… — Mônica, querida! Não discuta comigo, eu tive um dia cheio! Suspiro e faço o que ele pede, sei que gosta da minha companhia, e nada mais justo, do que atender seu desejo. Enquanto ele toma banho, me visto e o espero na mesa e ele chega em seguida, sentado no seu lugar de sempre. — Porque está sem maquiagem? Olho para ele em choque, pela pergunta idiota. — Eu estava preparada para dormir, Ronald! É claro que não vou me maquiar só para ter que tirar em seguida. — Está bem, deixa quieto! Ele volta a comer e olhar o celular, e isso me tira do sério, pois não gosto quando traz trabalho para casa. Eu mexo na comida mas não estou com fome, minha cabeça não consegue pensar em comer nada neste momento. Olho para meu marido, que é tão bonito, com seus cabelos levemente grisalhos, olhos claros e sobrancelhas grossas. No auge dos seus 45 anos, sempre me senti orgulhosa de ter ele como parceiro. Claro que ele é muito conservador e protetor demais, porém me sinto cuidada e amada. Só que eu quero mais dele agora, e não sei se foi por conta da conversa de hoje com as meninas, ou com os vídeos que eu vi, só quero saber como é a sensação de fazer algo diferente. Talvez eu só tenha que tomar a iniciativa, talvez ele ache que eu não gostaria disso… De dois anos para cá, sinto que nosso relacionamento esfriou, ele não é mais o mesmo do começo, preciso fazer algo mudar. — O que você tanto pensa? Aconteceu algo, ou quer me dizer algo? – Ronald me pergunta com as sobrancelhas franzidas. O encaro por alguns segundos e não digo nada, mas com um impulso incontrolável de desejo; me levanto da cadeira e vou até ele, que me olha desconfiado. Seguro em seus ombros largos e passo a perna por suas pernas grossas, ele me encara sem dizer nada e sentando no seu colo, de frente para ele, tomo seus lábios num beijo apaixonado e cheio de pedidos não falados. É estranho tomar a iniciativa, pois sempre foi ele a fazer isso. Ele demora a corresponder, mas depois cede e me beija forte apertando a minha cintura, encostando minha intimidade em seu membro duro. Meus reflexos me faz rebolar em cima dele e minha respiração começa a ficar pesada pelo desejo crescente. Ele para abruptamente e me olha confuso. — O que está fazendo? Ainda com a respiração acelerada e o rosto queimando de desejo eu falo. — Quero fazer amor com o meu marido aqui e agora! Voltando a rebolar em cima dele, Ronald me para novamente e fala. — Vá para o quarto e me espera! — Mas eu… — Vá para o quarto, tire a roupa e me espere! – Seu tom de voz não me deixa retrucar. Ele afasta a cadeira e me tira do seu colo. Então ainda quente, faço o que ele manda e vou para o quarto tirando minha roupa e deitei na cama, esperando por ele. Alguns minutos se passaram e nada de Ronald. A primeira impressão era que ele viria atrás de mim e terminaria o que comecei na sala de jantar, mas pela demora, acho que ele não gostou da ideia de fazer algo diferente. Um bolo de mágoa se forma na minha garganta e faço das tripas coração para não chorar. Puxo a coberta para cobrir a minha nudez e apaguei a luz do abajur. E me arrependo de ter tentado; talvez isso realmente não seja para nós dois. Quando o sono está prestes a chegar, ele entra no quarto, e se deita na cama, me virando para ele. Então Ronald se posiciona em cima de mim, na mesma posição mamãe e papai de sempre e me invade. Ele me beija enquanto investe em mim de maneira afoita e apressada. Não se passaram nem 3 minutos e ele estava gozando. — Era isso que você queria? Ou queria fazer o que estava vendo na internet? Meu sangue gela e ele ainda em cima de mim, acende a luz do abajur me olhando furioso. — Ronald… — Porque estava pesquisando esse tipo de conteúdo na internet! Não está satisfeita comigo? E quem está atiçando a sua curiosidade? “ Aí meu pai!”LeandroLa comida estuvo exquisita, fue mi favorita; el postre fue de chocolate, aunque a mí solo me importa una clase de postre. El discurso de mi abuelo, mi suegro, fue muy inesperado y vergonzoso, quien me adoptó como su hijo mayor.Seguimos cenando hasta que mi amada se desapareció, dejándome una nota con sol.“¿Quieres tu verdadero regalo? Ven a buscar a la rosa más hermosa del jardín junto al columpio”Tu rosa.En el jardín, ¿qué hace allá a esta hora y sola?—¿Por qué le gusta exponerse al peligro?Salí lo más rápido posible por mi llave y me fui al jardín; esa presumida me va a escuchar.Cuando llego, entro observando los alrededores y la empiezo a buscar hasta encontrarme un camino todo iluminado con antorchas y un picnic de noche.—¡Liah! —No veo a nadie, excepto un globo que sostiene un regalo y una nota.“Ábreme, cumpleañero”.—¡Liah, ¿dónde estás?!Todo estaba hermoso: luces que alumbraban los árboles, las flores y mucho sirope de chocolate, lo que prometía un rico pastel
KiraNo sé por qué teníamos que regresar a este pueblo de chismosos, entrometidos, hipócritas. Aunque no es tan malo, solo le cambias a la gente sus ideas retrógradas y lo volvemos a fundar. Quedaría perfecto.—¿La chica más guapa de este pueblo conspirando contra la humanidad? —Este hombre debería dejar de ser tan guapo y de aparecer así.—Busco la manera de cambiar este pueblo retrógrado y aburrido.—Eso te va a costar mucho, mejor no regreses y quédate en la ciudad.—Lo haría con mucho placer, pero mi familia ama este pueblo y nuestro patrimonio está aquí. ¿Qué haces por aquí?—Le traje unas cosas a Liah y Emma; además, voy camino a comprar el desayuno.—Tienes la tienda al lado de tu casa y estamos un poquito distantes de ahí.—Quise dar una vuelta.—Mm, adelante, nadie te detenga.Lo último que deseo es que me hable de lo feliz que es ahora con su novia y su vida perfecta donde no encajo en nada.De pronto lo observo sentándose a mi lado, como si ya no fuera un castigo estar enam
Estoy feliz, tengo a mi gruñón conmigo, que me ama, sabe toda la verdad y estoy en paz conmigo misma.Salí muy temprano de la hacienda Koller antes de que Leandro se despertara y fui a mi hacienda. Recorrí todo el camino que antes era doloroso, y como una ilusión vi a mi tía con una hermosa sonrisa sonriéndome.—Espero que descanses tranquila, tía.—Hablas con alguien, mi rosita —mencionó papá.—Pensaba en voz alta. Vine a hablar de la empresa y cómo vamos a manejarla.—Mis hijas son dueñas y ellas deciden.—¿Tengo toda la autoridad?—Al igual que tu hermana, siempre y cuando no me ignoren, sigo estando vivo y funcional.—Jamás te ignoraría, padre.—Te ves feliz.—Lo estoy. Extraño a mamá.—Yo más, pero merece disfrutar de sus hijas y hace mucho que necesita ese espacio con Kira mientras te tengo para mí solito.—Hablando de Kira, ¿cómo va su divorcio?—Ya estoy agilizando el proceso, pero Demetry, aun cuando está consciente, no tiene cabeza para el divorcio ahora. Esa es su excusa.—
LeandroIncreíble que mi rosa siga tan terca y reacia a volver conmigo al hotel y a Suiza, y lo que es más insólito, me ha tocado vivir bajo el mismo techo que Kira porque si Liah no quería volver, yo no la iba a dejar.Me he llenado de paciencia y bajado mi hostilidad hacia Kira, aún desconfiado, pero debo admitir que la víbora es la única que me está ayudando a su manera de convencer a Liah aun cuando no pierde oportunidad de irritarme con algún que otro comentario.—Demonios —escuché a Kira llegar del instituto. —¿Me puedes decir cómo se hace cuando quieres matar a un profesor y no puedes? Debí hacer de tu vida un infierno.—Por supuesto, siempre hay uno —respondí.—¿Qué hiciste?—Estudie el doble; cuando me quería debatir, lo dejaba sin armas y, en mi concepto, lo dejaba en ridículo hasta ganarme su respeto. ¿Por qué crees que te odia?—Dice que no por ser niña rica tengo comprado el título.—Eso no tiene sentido— aunque conociéndola—, ¿has estado presumiendo quién eres?—Ni siquie
LiahNo podía creer lo que estaba viendo, lo que siempre había querido de este hombre, y me lo estaba dando justo ahora cuando estamos en “descanso”.—Mi rosa.—Dijiste que tus sentimientos eran confusos, que no podías decirme algo que no sentías —mencioné recordando la última conversación en casa.—Yo no dije que no lo sentía. Dije que en ese momento no podía decirte lo que querías escuchar porque estaba muy molesto con todo lo que me acababa de enterar.Se me olvidaba que es bueno con las palabras y acciones a su favor.—Eres un tramposo, tenías todo planeado.—Más o menos, era uno de mis regalos de aniversario.—Por Dios.Vuelvo a ver embelesada toda la decoración: rosas blancas y rojas desde la puerta, al recibidor, la habitación y el baño; no hay espacio que no tenga rosas. Como la noche de boda, corazones con pétalos y alumbrados con luces artificiales dentro de globos de corazones y lo más hermoso.En la pared del recibidor había un letrero de rosas con la palabra: “Ich liebe d
LeandroPasé toda la noche y parte de la mañana esperando a Liah, una llamada, un mensaje, algo, para poder vernos, pero no hubo nada, ni siquiera un “hola”. Debería dejar que le falte mi ausencia.Necia, pero yo soy peor, por eso estoy aquí tocando la puerta de su casa una vez más.—Leandro—dice Kira al abrir la puerta.—Kira—entró a la casa sin esperar su respuesta—. ¿Tu hermana?—Mm, no sé. Salió con Kalem. —¿Qué? —. Es tan lindo y atento con ella.—¿No te cansas de mentir?—¿Tú no te cansas de ser tan amargado?Observo las flores que le envié esta mañana. ¿Será que le gustaron?—Dime dónde está.—¿Y por qué debería hacerlo? Mi pelirroja no te quiere ver ni en fotografía; quiere que te desaparezcas como lo hiciste durante estos tres meses.—Y tú, feliz.—Sí. Pasé tiempo con mi hermana, paseamos, disfrutamos, nos hacía falta, sin contar que fui la única que estuvo día y noche acompañándola en sus estados emocionales y de recuperación. ¿Tú puedes decir lo mismo? No, ¡cierto que la bo
Último capítulo