Encontrei-me com Cassandra no sábado ao meio-dia num café em Lincoln Park que ela escolheu, neutral, território de ninguém, a escolha de alguém que sabia exactamente o que aquela conversa era antes de acontecer.
Cheguei primeiro. Pedi café e fiquei a olhar para a neve lá fora pela janela, tinha nevado de noite e Chicago estava coberta daquela brancura específica de novembro que dura poucas horas antes de se tornar cinzenta com o trânsito. Era bonita enquanto durava.
Cassandra entrou pontual,