— Tina!— eu exclamei avançando pelo corredor.
Ela parou na minha frente e eu a abracei.
— O que aconteceu?— eu quis saber.
Tina não conseguia falar, estava estranha, parecia querer chorar, eu nunca a tinha visto tão fragilizada!
— Eu transei com o seu cunhado, dentro da sua casa, estou péssima com isso!— ela falou isso e saiu andando em direção ao quarto que destinei a ela, no final do corredor.
Eu fiquei preocupada e fui atrás, falando sem parar:
— Eu estava indo para o seu quarto,