Inácio Hall
As paredes do meu escritório pareciam estar se fechando. O silêncio da casa era interrompido apenas pelo som do líquido descendo pela minha garganta. Eu não usava um copo; bebia o whisky direto da garrafa, esperando que o álcool queimasse a imagem de Amélia gritando para eu não tocá-la.
Eu falhei. A frase ecoava na minha mente como um disparo contínuo. Cheguei tarde. Deixei que aquele maldito a quebrasse.
— Então, Inácio? O que pretende fazer agora? — A porta se abriu com um estrond