Ela sentiu antes de acordar.
Algo leve.
Quente.
Um beijo no ombro.
Depois no pescoço.
Depois na lateral do rosto.
Ela franziu o nariz.
Tentou ignorar.
Não conseguiu.
— Não — murmurou sem abrir os olhos.
Ele riu baixo perto do ouvido dela.
— Bom dia.
— Não é bom dia ainda.
— São sete e vinte.
— Então definitivamente não é bom dia.
Ele beijou a têmpora dela.
Devagar.
Com aquela calma que tinha em tudo.
Ela finalmente a