Ele não largou o rosto dela.
Ficou ali.
Com o polegar passando devagar pela bochecha.
Olhando para ela de perto.
Com aquela expressão que ela nunca mais precisaria tentar decifrar.
— Você tem fome? — ele perguntou por fim.
Ela piscou.
Não era o que esperava ouvir.
— O quê?
— Fome. — Ele soltou o rosto dela devagar. — Você saiu do trabalho direto para cá. Provavelmente não jantou.
Ela ficou olhando para ele.
Para aquele homem que segundos a