A porta de vidro da Galeria Almeida se abriu com um leve som metálico quando Lívia entrou.
O ambiente estava diferente.
Mais cheio.
Mais barulhento.
E, definitivamente, mais animado.
Antes mesmo que pudesse dar dois passos para dentro, ela ouviu a voz de Renato ecoar pelo salão.
— Eu sabia!
Lívia piscou, surpresa.
Tomás, ao lado dela, riu baixo.
— Acho que você estava certa.
Renato atravessou o espaço rapidamente, segurando uma garrafa de champanhe ainda fechada.
— Eu sabia que ia dar certo! —