O quarto era iluminado apenas pela luz suave que escapava por entre as cortinas mal fechadas. Sofia arfava sob o corpo de Isaac, com um sorriso vitorioso nos lábios manchado por certa inquietação. Por mais que se entregassem um ao outro, havia uma distância invisível entre os dois — algo mais denso que o ar, mais cortante que a lâmina da inveja.
Sofia virou o rosto para o lado, ainda ofegante, ela passou os dedos pelos próprios cabelos, ajeitando-os enquanto Isaac se levantava da cama, pegando