AYLA
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A porta da cabine se fechou atrás de mim, e o som da tranca girando ecoou em meus ouvidos como um alívio desesperado. Finalmente sozinha. Minhas mãos tremiam enquanto eu me encostava na madeira fria, deslizando até o chão. Meu corpo estava pesado, minha alma esgotada.
Olhei para mim mesma, para as roupas rasgadas que mal cobriam minha pele. O tecido pendia em fiapos inúteis, expondo partes de mim que eu nunca permitira que ninguém visse.
Meus seios estavam à mostra, um lembrete cruel