CAPÍTULO 111

AZRAEL

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Ela chorava.

As lágrimas escorriam pelos olhos de Ayla como rios silenciosos, mas cada gota parecia atravessar o tecido da realidade e me atingir em cheio. Seu corpo ainda tremia sob os lençóis. A respiração acelerada, os olhos marejados... e mesmo assim, ela me olhava como se eu fosse o único capaz de curar a dor que eu mesmo, por destino, ajudei a provocar.

Me aproximei dela, devagar, como segundo fosse um convite silencioso para algo que as palavras não sabiam descrever.

— Ayla…
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