Apareci no quarto de Ayla como um sopro de vento. A janela estava entreaberta. A luz da lua acariciava seu rosto que já havia adormecido com a minha demora, e por um instante, me perdi só em vê-la respirar. Mas não havia mais tempo para contemplações. Me ajoelhei ao lado da cama e sussurrei:
— Ayla...
Ela despertou lentamente, piscando os olhos, confusa, até me ver. Então se ergueu, assustada, puxando o lençol até o peito.
— Como você entrou aqui?
Perguntou, a voz tremendo.
— Eu prometi que vir