O tempo, novamente, se arrastava.
Mas diferente de antes, agora ele carregava propósito. Cada dia era uma nova chance de vê-la crescer. Cada gesto dela, cada risada infantil, cada choro, cada passo vacilante no quintal da casa… tudo me fazia lembrar de que ela estava ali. Viva.
A infância dela passou como um sopro quente de verão. Às vezes, quando a brisa balançava seus cabelos, era como se Ayla me olhasse. Como se a alma antiga dentro daquele corpo frágil reconhecesse a minha presença. E por