Minha vontade era agarrar o pescoço dele com as unhas, mas isso não era possível. Só me restava estapeá-lo — e assim fiz.
Um tapa seguido de outro, sem dar a ele chance de se defender. Mas parecia que meus tapas não eram nada para ele. O idiota ria… e isso só me irritava ainda mais.
— Eu quero matar ocê, desgraçado… quase me mata! — prendi os dentes de tanta raiva.
— Mulher brava — zombou ele. — Vou te domar.
Minhas mãos já estavam doendo.
De repente, ele prendeu minhas pernas com as dele, me f