Se ficássemos ali com minha madrinha por mais alguns minutos, com certeza eu teria que carregar Cecília até o carro. A cada pergunta da madrinha, ela virava a taça de vinho. Seus olhos já estavam pesados, e a forma como sorria para mim deixava claro que não estava em seu estado normal.
Nunca, em sã consciência, ela me daria um sorriso amigável.
E, pelo ambiente vazio do restaurante, já estava na hora de irmos. O advogado já havia ido embora há duas horas.
— Querida, acho melhor não beber mais v