Portas que Nunca se abrem.
Melody esperou com calma que os homens fossem embora, bancar a senhorinha inocente sentada em um canto era fácil.
Apenas depois que os homens saíram, apenas depois que o salão esvaziou, ela caminhou até as escadas, o passinho miúdo de gente idosa.
O caminho até o quarto pareceu mais longo do que de costume. As tábuas rangiam sob os passos lentos e calculados. O cheiro de madeira aquecida, misturado com o perfume abafado de poeira, gordura de cozinha e sabão barato, preenchia o ar. Cada degrau d