O som dos tiros ainda ecoava, mas para mim era como se o mundo inteiro tivesse silenciado. Só existia ele: Lucas. Meu inferno pessoal.
Me aproximei da porta do restaurante, sentindo o coração martelar nas costelas. A fumaça densa sujava o ar, as luzes das viaturas piscavam como um aviso: não se aproxime.
Mas eu não era tão esperta assim.
O vi atravessar a rua, o corpo oscilando, a camisa rasgada e manchada de sangue. Sangue dele.
O Playboy de quem todos tinham medo agora parecia um animal fer