O café da manhã seguia em um silêncio estranho. Playboy não falava nada e comia como se meu mundo não estivesse desabando. Minha mente começou a correr, e eu sabia que estava pensando em algo que eu não queria, algo que talvez fosse mais seguro para mim, mais simples.
— Talvez eu devesse voltar para a casa da minha tia... — eu disse, quase sem querer, sentindo uma leve sensação de alívio ao pensar na possibilidade de fugir de tudo isso.
Mal terminei de falar, o clima na cozinha mudou completa