Entrei em casa e fui recebida por um silêncio incômodo. Aquele tipo de silêncio que pesa nos ombros e avisa, sem dizer nada, tem algo errado. Playboy não estava. E por mais que isso fosse quase rotina, dessa vez... parecia diferente. Era um sumiço. Frio. Seco. Premeditado.
Mas antes mesmo de conseguir relaxar, a tela do celular acendeu no canto da estante. O nome me acertou como uma bofetada: MÃE.
Merda.
Meu coração disparou. Um aperto no peito, uma mistura de culpa, medo e irritação. Respir