343. A MALDIÇÃO E A FLOR DEVORADORA
VINCENT
— Desculpe, eu perguntei à Princesa Amber e é dela que espero uma resposta, não do seu… cuidador — diz o loirinho mimado na minha frente, e um arrepio de fúria percorre minhas costas com vontade de me transformar ali mesmo e mostrar quem é o maldit0 “cuidador”.
“Sou o homem dela, idiota, o macho dela! Ela é minha!”
Quero rugir pra ele, mas cravo as garras na mão, rasgando a luva, até sentir o cheiro de sangue e a dor me trazer de volta do estado de violência.
— Tô pouco me fodend0… — vo