281. A “ASTÚCIA” DA INNA
NARRADORA
Inna observava escondida atrás de alguns arbustos a caravana que descansava no desfiladeiro, entre dois penhascos.
Aqueles eram os limites do pântano, ela estava a um passo de escapar.
Agora, precisava arranjar um jeito de ir embora com aqueles comerciantes de outra matilha.
Tinha que conseguir fisgar algum deles, principalmente para que a colocassem em uma nova matilha, porque naquele momento, ela se considerava uma loba errante.
O reino tinha melhorado em relação à escravidão, mas i