263. O SACRIFÍCIO DO LOBINHO
NARRADORA
— Não, não, não, vamos, funciona, funciona!
Hakon rosnava, desesperado, cortando os pulsos como um louco que já não quer mais viver.
Não importava quantas vezes a parede se regenerasse, o gelo derretia cada vez mais rápido.
A última barreira de defesa estava cada vez mais fina.
“Ana, eles têm que parar, eu não vou conseguir conter!”
Gritou para sua companheira pela mente, que imediatamente parou de alimentar o fogo Centúria.
— Pare, Dalila! A outra barreira está sendo afetada, Hakon n