230. DESEJO SELVAGEM NA CASCATA
NARRADORA
Ana sabia.
Não importava o quanto tivesse caminhado na direção contrária — ele a seguiu, a perseguiu… desde o momento em que saiu do palácio, ele começou a se aproximar.
Hakon a observava como um predador, enquanto ela se mergulhava sob a queda d’água, erguendo o pescoço pálido sob o jato frio, os olhos fechados de prazer, e o cabelo de fogo caindo molhado por suas costas.
O vestido fino se colava à sua cintura e às nádegas nuas, deixando pouco para a imaginação.
Ela estava provocando