Na etiqueta da maleta estava o meu nome.
NATHALIA MONTE.
Não era mais crachá, lista, relatório, comentário de corredor. Era uma maleta refrigerada, carregando a ampola da matriz como se carregasse uma parte do meu corpo. Fiquei olhando para a tela sem conseguir piscar, enquanto Marisa Valente fechava as travas metálicas com uma calma absurda. Mauro estava contido por dois seguranças ao fundo, ainda cambaleante depois da leitura interrompida. O rosto dele tinha perdido a cor, mas os olhos contin