Mundo de ficçãoIniciar sessãoA cadeira com meu nome parecia maior que todo o galpão: “NATHALIA MONTE.”
Não era uma etiqueta qualquer. Era uma reserva. Um lugar esperando por mim. Como se eu estivesse atrasada para um compromisso que alguém tinha marcado com meu corpo sem me consultar.
Na tela, o galpão da Vértice parecia limpo demais para ser clandestino. Havia bancadas, frascos, luz branca, técnicos de jaleco e uma fileira de mulheres sentadas em cadeir







