Mundo de ficçãoIniciar sessão— Estou oferecendo sobrevivência.
Beatriz Amaral disse aquilo como se estivesse oferecendo um copo d’água, não uma faca com cabo de veludo. Fiquei olhando para a parede descascada do escritório velho, para uma pilha de notas fiscais amareladas e para uma cafeteira encardida que provavelmente já tinha visto mais verdade do que muita sala de conselho da Noir.
Do outro lado da porta, Mauro estava a poucos metros. Eu sabia. Podia quase s







