Quatro dias depois...
— O que aconteceu, dessa vez?
Cecília veio até mim, quando ouviu a pancada barulhenta da minha mão se chocando contra a parede.
— Cecília, me dê um tempo.
Continuei de costas para ela segurando a haste de metal na janela da suíte, inspirando o ar úmido e frio que batia no meu rosto, enquanto eu olhava os prédios se perderem na neblina. Cecília, as vezes, é grudenta.
— Ok, só fiquei preocupada.
Seus olhos pousaram em minha mão e ela automaticamente se assustou.
— Cacete! E