Mirella
Kaian Varek tinha o tipo de sorriso que fazia uma mulher querer verificar se ainda estava usando todas as joias.
Não porque ele parecesse pobre de intenções.
Pelo contrário.
Kaian parecia rico demais em pecados.
Ele continuava parado diante de mim, no quarto que deveria ser meu, perto o bastante para que seu cheiro invadisse meu espaço como uma indecência: âmbar escuro, madeira queimada, vinho caro e aquela nota quente, masculina, que não pedia licença. A coroa lunar ainda estava entre