Nara
— Cassian!
O nome saiu dela rasgado, alto, desesperado demais para uma mulher que pretendia continuar fingindo indiferença.
Cassian caiu de joelhos na neve úmida, uma mão cravada na terra, a outra segurando a flecha presa ao ombro. A prata ritual pulsava contra o couro negro da armadura, espalhando linhas claras sob o tecido, como raízes de luz tentando entrar na carne.
Nara avançou.
Tarin puxou outra flecha.
— Parada.
Ela parou.
Não porque obedecia.
Porque a segunda flecha estava apontada