Capítulo 68
O quarto estava mergulhado em penumbra, iluminado apenas pela luz fraca da lua que escapava pelas frestas da cortina. O silêncio era quase absoluto, exceto pela respiração de Dandara e Paco, que ecoava baixinho no espaço compartilhado.
E foi nesse momento que Dandara abriu os olhos lentamente, o peso da ressaca latejando em suas têmporas. Por um momento, não sabia onde estava. Sentiu o calor de outro corpo ao lado do seu, e o cheiro familiar a atingiu como um golpe.
Ela virou a cabe