— Senhor Mar — chamei, segurando a mão dele antes mesmo de abrirmos a porta. Foi estranho. Brusco. Mas assim que meus dedos encostaram nos dele, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, me deixando com o coração na boca. Tive que engolir em seco.
— Minha avó pode ser um pouco… ranzinza — tentei explicar, atrapalhada. — E ela não tem medo de ninguém. Não que o senhor meta medo, é claro…
Minhas palavras tropeçavam umas nas outras, os pensamentos completamente desorganizados. Eu precisava avisá-lo,