A dor dilacerante queimou meu rosto. Eu estava tomada por ódio e mágoa.
Meu próprio irmão fez um pacto com quem mais me odeia. Isso era surreal. A dor que se espalhou por mim não se comparava às situações que meu pai me fazia passar. Era como se tudo estivesse vindo à tona novamente.
Senti-me como quando tinha cinco anos, quando meu pai me desprezava e minha mãe não o repreendia. No final do dia, eles bebiam e riam enquanto eu chorava no meu quarto, desejando a morte ou sonhando em ser adotada