Irina Petrova.
Corri com todas as forças que restavam, minha garganta queimava pela brutal corrida, mas não ousei parar. Se aquele demônio me alcançasse, não poderia voltar a ficar presa. A floresta estava escura, iluminada apenas pelos tênues raios da lua, que criavam sombras assustadoras entre as árvores.
Cada passo era uma luta contra a exaustão e o medo que me impulsionava adiante. A respiração ofegante misturava-se ao som dos galhos quebrando sob meus pés, ecoando como um coro sinistro em