Lian já dormia profundamente, seu corpo pequeno envolto no edredom branco da cama do hotel. Suas bochechas estavam coradas, e a respiração suave me dava algum conforto, mesmo que passageiro. Eu o beijei na testa e alisei seus cabelos macios com a ponta dos dedos, tentando acalmar a tempestade que insistia em crescer dentro de mim.
Minha loba não se aquietava. Ela se revirava sob minha pele, rosnando baixo, como se pressentisse algo que minha mente racional ainda se recusava a admitir. Havia uma