APRIL
Não consigo ir atrás do covarde desgraçado, pois Gabriel chora de dor
Caí de joelhos ao lado dele, o coração disparado no peito ao vê-lo tão frágil. Sua cabeça ensanguentada repousava sobre minhas pernas, a respiração rasa, o rosto marcado pela dor. Ele estava à beira da inconsciência, e o medo me dominou por inteiro.
— Ei… olha pra mim — minha voz tremeu, enquanto eu acariciava seu rosto sujo de sangue — Não ouse fechar esses olhos!
Os lábios dele se curvaram em um sorriso fraco, mesmo