CAPÍTULO 110 — A Porta

Luna

A casa da cidade nunca pareceu tão silenciosa.

E não era porque faltava som.

Era porque, pela primeira vez, eu estava prestando atenção em algo que sempre esteve ali.

No fim do corredor.

À esquerda.

A porta.

Eu já tinha passado por ela inúmeras vezes.

Indo para o quarto.

Voltando do banho.

Falando ao telefone, distraída, deixando os passos me levarem automaticamente pelos caminhos que já conhecia.

Sempre ali.

Sempre fechada.

Sempre… fora de alcance.

Marco nunca tinha precisado repetir.
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