PAOLA
— Que bebida o senhor gostaria, Sr. Macchini? — perguntei, enfatizando o sobrenome do meu avô.
Ele já sabia que eu trabalhava na casa de um amigo dele como empregada doméstica. Ele ficou bastante chocado quando me viu de uniforme. Tanto que não conseguiu formar uma frase simples corretamente. Ele parecia um cervo pego pelos faróis, tinha culpa e arrependimento em seus olhos. Mas não era o suficiente para mim.
Eu precisava de uma razão, uma razão válida e importante.
Meus olhos estavam che