De repente o pânico tomou conta de mim.
Meu coração disparou e minha mão foi direto pra barriga, protegendo meu bebê como se aquilo pudesse impedir qualquer coisa.
Levantei o olhar devagar… e vi pelo retrovisor.
Ele.
Frio.
Sem expressão.
Como se eu não fosse nada.
Ele puxou uma arma com calma e levantou um pouco, só pra eu ver.
Meu corpo travou na hora.
— O que…? — minha voz saiu falha, quase um sussurro, enquanto eu me encolhia no banco.
— Já não te disse para calar a boca , garota.