Não vi mal nenhum...
Jaqueline
Meu coração parecia ter vivido um turbilhão em pouco tempo. O reencontro com os meus pais foi como um bálsamo. Voltar para casa, sentir novamente o cheiro familiar, abraçá-los forte, trouxe uma mistura que me fez chorar e sorrir ao mesmo tempo. Após reencontrar meu pai e mesmo com o peso da verdade, eu senti que nada poderia abalar o nosso vínculo. Sangue algum, sobrenome algum seria capaz de romper os laços de amor que nos une.
Ao lado do Alexandre tudo foi mais fácil de suportar. A presença firme dele, a maneira como se colocava sempre entre mim e qualquer ameaça, me dava a sensação de estar protegida do mundo. Vê-lo na casa da minha família, sentando à mesa, conversando com o meu pai e elogiando a minha mãe com tanta naturalidade e se adaptando com naturalidade ao ambiente que foi meu lar na infância, foi uma experiência marcante.
Aline não perdeu a chance de me atacar até por saber do Alexandre na casa dos meus pais. Cada palavra carregava uma ponta de veneno. Quando Ale