Não adianta negar...
Alexandre
Depois do acontecido no restaurante, eu me sentia em um estado que beirava a tortura constante. Cada vez que a Jaqueline passava e se quer me olhava, era como um soco no estômago. Não havia castigo maior do que o silêncio vindo dela e isso estava acabando com a minha concentração. A cadeira dela vazia quando retornamos do restaurante, o que me fez sentir um desconforto imediato. O espaço sem ela parecia maior e mais frio. Respirei fundo tentando concentrar nos papeis sobre a minha mes