Eu não quero vê-lo...
Alexandre
Os passos do Estevão ecoavam apressados pelo corredor silencioso. Seu celular já estava em mãos, e ele falava com a equipe de segurança com firmeza:
– Abram o portão dos fundos imediatamente. É urgente.
Enquanto isso, eu seguia atrás dele, com a Jaqueline nos braços, sentindo o peso do desespero dela e a angústia corroendo meu peito. Seu rosto estava escondido contra o meu ombro, molhando minha camisa com lágrimas, e a cada soluço eu me sentia mais impotente.
Logo, as luzes dos faróis