Alívio e espanto...
Jaqueline
Do outro lado da porta, os gritos da Thais não paravam. Ela implorava pela vida, mas era completamente ignorada. Ouvi sons de socos e chutes, até que seu pedido desesperado por misericórdia foi interrompido pelo som de um tiro brutal, seguido por um silêncio pesado. Levei a mão até a boca para conter o grito que subia na minha garganta. O ar me faltou. Meu corpo inteiro tremia. Senti uma forte vontade de vomitar.
Ela estava morta. Eles tinham matado a Thaís, a poucos metros de mim.
Ou