Depois de dois anos presa, a liberdade brilhava no rosto de Maria, que aproveitava aquele novo dia como uma criança travessa. Logo pela manhã, com o estômago roncando, saiu em busca de algo para comer, encontrando a poucos metros do esconderijo em que passou a noite uma árvore carregada.
Subiu com agilidade, apoiou o peso em um tronco e recolheu as frutas ao alcance da mão. Não era muito, mas enganaria a fome durante a caminhada até a fazenda.
Felizmente estavam em uma época boa e os frutos es