O depósito indicado por um marinheiro do porto era escuro e empoeirado, cheio de caixas, contêineres e equipamentos de transporte marítimo preenchendo cada espaço. O som das ondas batendo no porto ecoava, enchendo os ouvidos de Joana enquanto adentrava o local abafado a procura de Maximiliano.
Caminhava cautelosa pelos corredores do depósito, iluminados apenas pela luz fraca das lâmpadas no teto alto e a que passava pelas pequenas janelas ao longo dele.
No final de um corredor, encontra uma sal