Necessitando convencer Margô a confessar o assassinato de Orlando, sabendo o quanto isso ajudaria Maximiliano, insistiu em bater na porta.
— Margô, por favor, é sobre o Max — disse esperando que fosse o suficiente para fazer a outra atender seu chamado. — Você é a única que pode conseguir a liberdade dele.
Decepcionada por não obter resposta, quase pensou que Cristiano se enganará, que Margô não estava no quarto, mas o som de passos a alertou que havia alguém ali.
— Afinal o que quer comigo? —