POV: Aslin Ventura
Justo quando eu começava a me sentir um pouco mais estável, mais presente naquele jantar cercada por quem me amava — ou, pelo menos, por quem fingia fazê-lo —, ouviram-se batidas secas na porta da frente. Toques firmes, seguros, mas breves. Ninguém à mesa se moveu de imediato, até que uma das empregadas — Marina, acho — apressou-se pelo corredor em direção ao vestíbulo.
Não dei importância. Pensei que fosse um entregador ou alguma encomenda esquecida. Mas então, a vi voltar..