Krampus narrando
Acordei Analia com um toque leve no ombro. Ela se mexeu, murmurando algo incompreensível, e tentou se virar para continuar dormindo.
— Analia. — Minha voz saiu baixa, mas firme.
— Quero dormir... — ela respondeu, a voz arrastada pelo sono.
Sentei-a na cama, segurando-a pelos ombros. Peguei um manto longo e vermelho que havia trazido e o coloquei sobre seus ombros. Ela olhou para mim, os olhos ainda pesados de cansaço, mas com uma ponta de curiosidade.
— Krampus... o que é isso?