— O amor supera tudo, não é? — Marcos ria, um som seco e doente. — Uma pena que o deles não superou. Eu matei meu irmão na frente dela... e na frente dele, eu usei a sua amada. Até hoje eu me lembro de cada detalhe.
— CALA A BOCA! CALA A BOCA! EU VOU TE MATAR! — Meu grito ecoou pela mansão, um rugido de dor profunda que parecia rasgar minha garganta. Minhas pernas perderam as forças, e eu teria desabado se Diego não tivesse me segurado firmemente pelo braço.
Mariana ria ao fundo, uma risada a